Arquivos de janeiro de 2008
Sempre quando vou escrever um artigo ou um caso clinico procuro colocar fotos dos fatos e personagens da história. Dessa vez não, por razões éticas e, mais que tudo, por profundo respeito ao meu cliente. Então, vai apenas foto minha para ilustrar o artigo.
Toda e qualquer história que envolve uma proteção animal de forma coerente, madura, equilibrada e alicerçada na compaixão, a mim, emociona e toca fundo no coração.
Toda e qualquer manifestação de proteção animal baseada em uma suposta “compaixão”, mas fundamentada na doença emocional-sentimental do ser humano, a meu ver não é válida – e é a forma a qual mais me deparo no meu dia à dia, assim como, no “alarde” que vejo a mídia, como um todo, fazer, quando encontra pessoas “ilhadas” em um universo de dor interna, rodeadas de cães e gatos em número exagerado para um bem estar animal e para, principalmente, bem estar de um ser humano, que, “doente” em seu aspecto emocional se percebe “salvador de pobres seres abandonados e sem lar”.
Essa é a Ira, uma cachorra da raça Dinamarquês ou Dogue Alemão que está com 6 para 7 meses de idade. Estou atendendo-a desde 2 meses de idade onde a trouxeram para fazer pediatria e começar seu esquema vacinal. Nesse interim ainda apresentou uma lesão de pele ( em forma de botão) que se denomina histicioma – tumor benigno de pele – onde tive que proceder com retirada cirúrgica. Tudo correu bem.

