Arquivos de junho de 2007
Essa historinha pode nos fazer questionar sobre a capacidade sentimental nos animais; até onde há compreensão da parte deles em relação as nossas questões afetivas; ter sentimentos é possibilidade de empatia. E isso os animais não têm.
Quero tornar meu site o mais interativo possivel; quero ter a oportunidade de expandir meu conhecimento através, também, do que pensam e como agem com seus cães aqueles que os possuem junto ao dia a dia.
Proteção animal, um dos temas mais complexos e múltiplos dentro do universo cão e gato como espécies partilhando ambiente social com humanos. Por isso vocês perceberão quer será bem recorrente essa abordagem nos meus textos.
Falarei da e de proteção ao cão e gato sob variados ângulos contextuais. Externar um pensamento mais social e conceitual, e por sua vez critico, do termo proteção animal, já o fiz no meu livro.
4- O ato de roer objetos
Dando continuidade aos textos sobre as interpretações comportamentais dos cães, vou abordar hoje como age um filhote frente a seu meio ambiente e aos objetos ali existentes.
Creio, que todos nós que possuímos cães já tivemos alguns prejuízos com nossos objetos pessoais, principalmente aqueles que nós deixamos espalhados pela casa e com fácil acesso do cão.
Tenho recebido vários e-mails ultimamente com mensagens sobre a energia dos gatos e sua captação no meio ambiente do dono. Afora inúmeras conversas onde pessoas me relatam ou me perguntam sobre isso. E hoje, particularmente, decidi dizer algo sobre esse fato, já que os gatos estão ganhando força como animais de companhia aqui no Brasil, e também, por ter percebido mais evidentemente algumas reações dos meus gatos frente ao meu estado de humor e/ ou energético.
A dor emocional exposta. Esse era o semblante do homem que estava sentado a minha frente tentando pedir informação sobre zoonoses.
Vejam bem, os “causos” que irei contar e que foram vivenciados na minha trajetória profissional nem sempre são motivos do riso farto, por muitas vezes estarem cheios de sentimentos que trazem muito dor emocional do outro. Esse é um deles. Embora haja por detrás das nossas muitas “tragédias” a leveza do fato engraçado.
Vou fazer relato breve sobre um caso clínico-cirúrgico ocorrido na minha rotina de trabalho nesse mês de Junho.
Esses casos que serão relatados aqui no site têm como objetivo primeiro uma troca de informações com os colegas, assim como, para que os leigos possam ver como é o trabalho rotineiro de um Médico Veterinário que atua na clínica de cães e gatos.
Quero deixar registrado no meu site, que tive a oportunidade de lançar meu livro “CÃES, DONOS E DORES HUMANAS” NA 52° Feira do Livro de Porto Alegre que transcorreu no mês de Novembro do ano de 2006, pela Editora Martins Livreiro.
Essas questões referentes às zoonoses devem ser claramente explicadas aos proprietários de cães e gatos para que possam tomar medidas conscientes de convívio com eles.
Uma dessas zoonoses é a toxoplasmose. Recebo inúmeras clientes em choro por que seus médicos ginecologistas as havia proibido contato com seus gatos, ou até, de forma radical, orientando que se desfizessem deles. Surpreende-me ainda haver profissionais da área médica, mal informados sobre ciclos parasitários; e é pela falta de conhecimento do ciclo completo desse protozoário que ouvimos ainda mitos e medos sobre a doença.
1 – A necessidade do cão em dormir nas camas dos seus donos
Por amor tenham certeza que não é. Os cães interagem conosco conforme suas memórias genéticas e externam isso nas suas reações instintivas.
O fato de procurar estar próximo ao dono é um instinto de matilha que ele carrega, associado a peculiar característica de pedoformose ( manutenção dos caracteres juvenis) que os cães domesticados trouxeram dos lobos, seus ancestrais diretos. Essa característica torna-os naturalmente mais dependentes do homem, onde esse supria e supri quase todas suas necessidades básicas de sobrevivência e bem-estar físico.

