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                                       Novembro de 2009 072                No artigo que postei dia 19/04/2010, levantei algumas questões pertinentes ao abandono animal. Coloquei uma frase assim: ” Bicho abandonado é o lixo descartável do mundo pet”, e essa frase pode nos ilustrar o que está ocorrendo na atualidade na esfera da, suposta, proteção dos cães e gatos. O Estado de Santa Catarina amanheceu ontem com o peso da noticia: “Cães estão sendo mortos no canil da brigada” – à tiros, vejam bem.

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escrito por Synara no dia 29/04/10 

Imagem 072.jpg Abril de 2010   Volto de um periodo de viagem onde precisei ir tratar de assuntos pessoais tanto quanto dos que se referem  a minha profissão. Retorno com compromissos atrasados junto ao site. E, tendo clara minha proposta de ser bem produtiva nos meus textos que aqui publico, deixo mais esse. Sempre quando faço essses caminhos ( re- caminhos) deito meu olhar em meio aos acontecimentos que me rodeiam. Observo a mim e observo aos outros. E por dentro desse olhar sigo observando o que me chama atenção como Médica Veterinária que sou. Eu e meus olhares.
Nessa viagem que fiz,  observei situações que ainda pertubam meu coração, que é quando vejo as ações sociais frente aos cães e gatos. Há dois anos atrás escrevi um artigo aqui para o site onde me referia a beleza de ver cães ainda vivendo de forma mais natural e condizente com suas caracteristicas animais e sociais de espécie. Citei uma cidade da Argentina – Santo Tomé – e uma cidade do Rio grande do Sul, que faz divisa com tal país, como locais que ainda via essa quase harmonia nos cães. Nessa viagem que fiz novamente para lá, trago outra postura e visão sobre esse fato dos animais estarem ainda livres em cidades menores. Ainda existem, sim, cães vivendo nessa quase harmonia social; alguns perambulam soltos interagindo com o meio urbano e tendo um dono como responsável. Têm seus territórios – posso denominar assim. Mas o que me impressionou foram os extremos que encontrei dessa vez, na relação dos cães com os seres humanos, nessa viagem que fiz para a fronteira. Vi cão preso por ignorância humana – no sentido de culturas arraigadas e baixa capacidade de compreensão do mundo – e vi cão “preso” pelo movimento social que cultua os animais.

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escrito por Synara no dia 19/04/10 

                       Pitt Bull 004                              

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escrito por Synara no dia 04/03/10 

anoitecer em zimbros 012 A languidez que um felino possa aparentar dentro de sua cadência natural pode trazer aos amantes dessa espécie a idéia de que são espécies fragéis e carentes.  Isso,  se levarmos a definição de languidez ao pé da letra: frouxo, moleza, abatido e voluptuoso. Além disso, os gatos carregam por milênios o estigma de entidade que representa desde divindades até os demônios devastadores da plenitude humana.  Por esses atributos que o ser humano em  evolução social deram a espécie felina, ainda hoje, os gatos, esses ssimples -  e ao  mesmo tempo instigantes – animais,  são motivo de  louvor e repugno. Não há meio termo para quem olha um gato:  Ou é amado ou rejeitado. Diferente do cão, unanimidade como lealdade na sociedade do ser humano. Quando nosso olhar recai sob um espectro cruelmente solitário como dizem que o gato é ( tanto que caiu no dito polular  que os gatos se apegam a casa e não ao dono) - sem dúvida, podemos estar projetando uma sombra dos nossos fantasmas interiores, refletindo o sentimento solidão,  que é nosso, nessa suposta languidez felina.  Feras sensiveis com seus sentidos sincrônicos,  os gatos nos assustam , nos assanham, nos divertem ,  nos comovem, e por fim, nos encantam.

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escrito por Synara no dia 11/02/10 

Bóris, belo cão. Abordar um tema tão comum nos animais de companhia que é o ato de se coçarem, requer um cuidado especial para a identificação mais correta possivel de onde surge tal reação comportamental neles, ou seja, o que faz com que dispare esse comportamento reativo,  que podemos interpretar como um mecanismo fisico sensorial de alivio por algum desconforto no pêlo e pele , assim como,  uma excelente forma de  auto higienização dos cães e gatos.

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escrito por Synara no dia 13/01/10 

  Eu e minha Gordinha 001                                                  Esse tema  que vou abordar no site  é  parte de uma responsabilidade que trago comigo mesma,  de sempre explicar de forma mais correta possivel todos os temas referentes aos animais de companhia. Com esse objetivo,  posso espalhar uma forma de consciência e proteção animal que virá por meio do conhecimento real dos fatos. Desmistificar mitos e o  mercado econômico consumista sem necessidade para as pessoas tanto quanto para os bichos de estimação.

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escrito por Synara no dia 08/12/09 

Esse tópico é longo por uma abordagem ampla sobre essa doença tão comum – no sentido de falada, comentada, conhecida – e que causa muitas dúvidas aos donos de cães ainda. E servirá para pesquisa básica sobre essa patologia aos colegas. Leiam com calma que encontrarão aquilo que buscam como informação sobre ela, abrangendo desde seu aspecto sócio ambiental até a doença propriamente dita. Boa leitura.

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escrito por Synara no dia 11/10/09 

Regressar é retomar caminhos ou pontos que pautam toda uma vida. Faço – ainda quieta – um breve retorno aos meus artigos e afins do site. Encontro-me em estado de redefinições para esse novo rumo que busco na vida, associado a minha profissão de Médica Veterinára; e isso requer muito o sentir. Sentir mais do que pensar. Fluir.
Uma boa maneira de deixar que a intuição se manifeste mais soberana que a nossa mente racionalizada, onde, muitas vezes, permanece acorrentada à padrões comportamentais ligados tanto ao intimo de cada um, quanto à imposição social; podendo soar castradora demais à liberdade de um ser humano como espécie e como cidadão integrado com seu potencial ético ao meio social.
Por algumas andanças em descobertas do meu novo território – uma pequena comunidade de pescadores e, já também, ponto turisco – caminho por vales, beira de mar, mato, morros. Pouco há de urbanidade no significado de “cidade grande” ou metrópole, a vida aqui, na praia onde hoje vivo, corre mais mansa. Em tudo. Podemos perceber que o tempo não “corre” quando estamos sem as constantes pressões do cumprir metas, obrigações e prazos. E se trabalha aqui, mas sem muita pressa.
Há todo um ciclo da natureza que acaba penetrando pela nossa pele e que, inevitavelmente, muda nosso ritmo biológico. Ficamos mais pacificos, ao natural. Se há o apaziguamento que vem de dentro do coração de um ser humano, tendemos a usar mais o sentir do que o racionalizar. No homem esse sentir que escorre leve denomina-se intuição, sentido esse que advém do nosso inconsciente milenar.
Captamos esse conhecimento instrinsico por todos os canais que somos dotados como espécie, inclusive por olfato, visão, audição, etc. – os 5 sentidos todos.
Intuição é uma forma de sentimento. Seria a evolução do estado animal – que somos, também – ou seja, a passagem do instinto para algo mais sutil, etéreo ( não palpável) que é o processo intuitivo e que faz parte do universo emocional dos seres humanos. Dos bichos, não. Eles são instintos puros. São fortemente emocionais; reativos.
Os instintos nos animais irracionais são a força geradora da ação inteligente neles. Alguns por evolução biológica – especismo – têm uma discretissima manifestação cognitiva para o aprendizado, como os cães, os gatos, os golfihos e outros.
Pois tenho visto muito essa força geradora da inteligência nos animais. Aqui os bichos vivem em livre ( ou quase livre) comunhão com a natureza. São belos, serenos, puros em essência, se harmonizam e agem como animais sem serem agressivos, salvo em casos raros de auto-defesa.
Assim está sendo meu olhar sobre os bichos da praia onde hoje vivo.
Vejo solenes garças, quero-queros em longos piados por defesa de seu espaço territorial, vi um golfinho em peraltices com dois meninos que estavam num barco à remo, vejo as gaivotas a espera do alimento voando baixo sob minha cabeça, vejo boi e cavalos, pastando e ruminando no acalanto do momento presente – o existir e estar integrado à mãe natureza.
Tenho asistido a lindos bailados de Urubus – pássaro negro que limpa o ambiente, apenas isso – que voam alto para depois descer plainando, olhos aguçados nos restos de carcaça de peixes.
E vejo – e observo – grupos sociais caninos em cadência de matilha. Lindo de se ver. Cão sendo cão. Assim como, vejo cão preso em corrente junto a uma casinha de madeira, sendo totalmente guardião daquele território onde há a presença humana e sua casa.
Mas os cães da praia onde hoje vivo são simples sendo bichos que são. Isso me serena o coração – depois de 20 anos lutando contra a não humanização dos animais de companhia – ver essa expressiva caracteristica instintiva neles sendo emanada de forma mais autêntica e com isso mais preservadora do que são em essência de espécie.
Eu, envolta nesse processo de rever e reciclar meu viver percebo que a autenticidade – ser o que somos por essência divida – é ação curadora para a alma humana. Para isso, vamos abrir nossa mente para o conhecimento do que nos cerca para sermos seres produtivos ( não necessariamente visando o material, apenas) e para sermos seres em processo de evolução individual e coletiva. A intuição tem me ajudado um bocado nessa fase.
Queridos amigos do site, estou aos poucos retornando a atividade dessa proposta que tenho com esse espaço de midia. Muitos comentários recebidos e com isso estou aprovando em “lotes”, não sei se conseguirei responder ao que ficou acumulado; mas aos poucos estarei de volta respondendo comentários, disponibilizando consultorias para donos de cães e gatos ou para colegas que queiram discutir casos clinicos; e escrevendo meus artigos, postando casos clinicos vivenciados por mim , causos, etc.
Tenho nesses meses pela frente outros projetos assumidos ( terminar meu segundo livro, por exemplo) que preciso encerrrar. Mas vou indo, sem pressa, mas com olhos agudos de quem quer ser útil a si mesmo e ao todo. Por isso hoje, na praia onde vivo, minha intuição, meu guia. E muito trabalho pela frente.
Até breve, aqui nesse espaço.

escrito por Synara no dia 13/09/09 

amigao.jpg  Estamos entrando, nas regiões sul e sudeste,  dentro de poucos meses na chamada estação inverno, embora já temos periodos de baixa temperatura mesmo nessa época de outono. Como sou observadora das relações humanas com seus animais de estimação, vejo cães vestidos – agasalhados – sem necessidade nenhuma. Creio que o motivo principal que faz com que os donos de cães vistam seus animais com roupas é o total desconhecimento de como reagem tais animais ao frio.

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escrito por Synara no dia 18/05/09 

     rosa-1-029.jpg  Cultuar, admirar, adorar, entregar (se), devotar,  foi fase evolutiva do ser humano  dentro do que podemos considerar a existência de várias civilizações no decorrer de milhares de séculos. Cada povo, cada época, cada geração,  um aprendizado e um refinamento sobre o homem em espécie. Feito a “evolução das espécies” , de Darwin - pelo lado estritamente biológico do ser.

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escrito por Synara no dia 18/04/09