Por mais que eu tente não consigo entender as ações politicas frente a proteção dos cães e gatos. E nem mesmo as ações das ONGs que dizem proteger tais espécies. No meu entender a proteção deve ser baseada em dois pontos principais: compaixão e bom senso técnico. A compaixão deve estar presente em todos os corações humanos e o conhecimento técnico cabe exclusivamente ao Médico Veterinário. E dentro desse bom senso técnico o profissional deve ter um forte embasamento do comportamento instintivo (natural) e ambiental dos animais. Percebo que muitos colegas ainda deixam a desejar nessas questões comportamentais quando precisam agir ou orientar para uma verdadeira proteção a esses animais. Também observo que a compaixão no coração do ser humano ainda traz o apego sentimental exagerado ( projeções afetivas sedimentadas nas doenças emocionais que todos temos), onde por sua vez faz com que muitos ajam e reajam de forma equivocada no bem estar animal.
No mês de Junho que passou meu site completou três anos de ação e tentativa de transformação das visões que são erroneamente colocadas sobre os animais de estimação. Ainda não atingi meu objetivo com ele – que é ver esse paradigma que estão colocando sob os cães e gatos ser modificado. O modelo a que me refiro é o equivoco de os colocarem sob o mesmo patamar do ser humano em quase todos os aspectos. Erram os homens e pagam os animais.
Decidi postar um causo no site para trazer uma descontração, tanto para mim que escrevo como para os que aqui vem buscar alguma informação voltada aos animais de companhia. Além disso, contar situações pitorescas que me acompanham no cotidiano também é uma das proposta com esse espaço. Estamos num mês onde as atenções estão voltadas para a Copa Mundial de Futebol, com isso me permito relaxar um pouco e trazer leveza para meu site. Não sou fanática por futebol – é dificil a televisão me prender por muito tempo – mas estou torcendo, óbvio, pelo meu país. E pela seleção da Argentina, pois nasci bem na sua fronteira, tendo “los hermanos” em buenas lembranças de infância e adolescência. E gosto do jeito amalucado e guerreiro do Maradona. Ele tem me divertido nessa lerdeza de inicio de inverno. Mas vamos ao causo em si:

